Louvar, Bendizer e pregar

Escudo Dominicano

Juventude a Caminho

Caminhada orante do MJD - Brasil.

Feliz mil vezes feliz, sou eu e por tudo dou graças a Deus

Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena

São Domingos de Gusmão

Fundador da Familia Dominicana no mundo.

Econtros regionais do MJD no Brasil

Encontros Regionais, Nacionais e Internacionais do MJD.

quinta-feira, 9 de maio de 2013




Solenidade da Ascensão

Lc 24,46-53

«“Assim está escrito: O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia e no seu nome serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sereis testemunhas de tudo isso. Eu enviarei sobre vós aquele que meu Pai prometeu. Por isso, permanecei na cidade, até que sejais revestidos da força do alto”. Então Jesus levou-os para fora, até perto de Betânia. Ali ergueu as mãos e abençoou-os. Enquanto os abençoava, desprendeu-se deles e foi levado para o céu. Eles o adoraram. Em seguida voltaram para Jerusalém, com grande alegria. E estavam sempre no Templo, bendizendo a Deus”».

A solenidade da Ascensão, que hoje celebramos, coloca-se como momento central entre a Ressurreição de Jesus e o início do caminho da Igreja. O fato é mencionado somente por um dos quatro Evangelistas, Lucas e, ainda mais, é narrado por ele de duas maneiras diferentes no seu Evangelho e no livro de Atos dos Apóstolos. Na primeira das duas narrações a Ascensão é apresentada como acontecendo no mesmo dia da Ressurreição, na segunda é posta no findar dos quarenta dias que seguem a Ressurreição. Esta dúplice colocação por parte do mesmo autor obviamente nos aponta para o caminho correto da leitura de um fato que tanto marcou os discípulos. Não procuraremos simplesmente a descrição de um episódio como se faz numa crônica, procuraremos, antes, o seu sentido teológico. Um sentido esse que media a vida de Jesus de Nazaré e a vida do Senhor Ressuscitado, o qual age definitivamente no mundo dos homens superando as barreiras e os limites culturais do mundo Palestinense. Trata-se também do marco que delimita a experiência de salvação em nível pessoal –como fizeram os Apóstolos na convivência com Jesus- e a abertura à missão universal. Nos Apóstolos que presenciaram o fato, poderemos ver a nós mesmos, algo que acontece analogamente naquele momento que vai entre o nosso encontro pessoal com Jesus e a necessidade de projetar o que vivemos além do nosso mundo privado. A fé de um discípulo é madura quando se expande, quando transpõe os limites impostos, quando não consegue mais ficar contida em experiências restritas, a um lugar, uma situação, um grupo de pessoas etc. Caberá à nossa reflexão contemplar mais o significado da Ascensão do que se admirar com a unicidade do evento e sua espetacularidade.
O texto de hoje é precedido por algumas indicações importantes que o Evangelista dá com estas palavras: «... Então abriu suas mentes para compreenderem as Escrituras dizendo:“Assim está escrito..”». Ao deixar os Apóstolos, a preocupação de Jesus era de que eles compreendessem “como” interpretar as Escrituras, com que ótica intuir o sentido profundo de todo história passada. A interpretação das Escrituras sempre foi prerrogativa dos escribas, dos fariseus, enfim de pessoas ligadas à estrutura religiosa da época e a perspectiva era sempre o passado. O passado de uma Lei consignada a um povo era o parâmetro de interpretação de toda a realidade. Sim, é verdade que existia uma expectativa messiânica, mas isso era projetado num futuro tão longínquo a ponto de parecer apenas um sonho. Contudo, a chave de interpretação de toda a Escritura havia profundamente mudado desde que Jesus, lá em Nazaré, diante do povo reunido para uma liturgia disse: «Hoje»; «Hoje chegou ao cumprimento» a expectativa dos Profetas. A chave hermenêutica de toda a realidade havia mudado desde que Deus tinha entrado realmente na vida e na história dos homens!
Assim, antes de entrar na glória, Jesus consignava aos Doze a chave de leitura de toda a história, a qual aponta direta e imediatamente a Cristo; passado, vivente e futuro. É essencial para Jesus que as Escrituras sejam usadas e interpretadas de modo que corresponda à Verdade. Um uso das Escrituras sem critério é um abuso delas, é uma manipulação  para finalidades às vezes escusas. Isso é bem possível, pois estas se prestam muito bem a qualquer tipo de leitura; afinal, o demônio não havia feito a mesma coisa em ocasião das tentações no deserto? Não havia ele usado as Escrituras para suas particulares finalidades? Antes de ser elevado à glória, Jesus consignou à sua comunidade a «inteligência das Escrituras» uma inteligência que não se origina na arbitrária leitura mas na conformidade à vida que Jesus viveu e, especialmente, no evento da Páscoa como fato que dá sentido ao passado e ao futuro. A inteligência da Escritura é um dos dons do Espírito de Deus; obviamente não estamos falando da inteligência como capacidade de raciocínio; afinal, quem disse que o homem é fundamentalmente “razão”? A inteligência é, na sua etimologia, a capacidade de “intus legere”, isto é, “ler por dentro das coisas”, da história, da vida, daquilo que se nos apresenta. A inteligência é a capacidade contemplativa, que se compraz em admirar e perceber que, por detrás de algo incompreensível, existe uma obra fascinante e delicada de Deus que age e conduz, na liberdade e responsabilidade, um caminho trilhado ao lado do homem que O escuta. A inteligência do Espírito é o resultado de uma profunda comunhão com Aquele que rege a história, é um qualidade “sobre-natural” (por isso apenas pode ser um dom) que permite filtrar a realidade humana com o olhar divino. É um dom, sim, mas não um dom dado arbitrariamente, é um dom que resulta de um longo caminho percorrido, como haviam feito os discípulos que permaneceram fieis, mesmo não vendo, mesmo não entendendo, mesmo não concordando sempre com o agir do seu Mestre. Quem permanece fiel ao lugar que Deus lhe entrega consegue ver o mundo com o olhar de Quem conhece a história não apenas por suas manifestações exteriores, mas conhece a meta para a qual vai e o modo com o qual ela chega. Esse é o dom da inteligência, que Jesus estava dando aos seus discípulos.
O trecho do Evangelho mostra a ligação direta que Jesus fez entre os profetas e os Apóstolos. De fato, com a expressão «começando por Jerusalém», lugar de onde os Apóstolos começariam a sua jornada, o Senhor dava continuidade ao oráculo de Isaías que anunciava a realização de uma nova era com estas palavras: «De Sião sairá a lei e de Jerusalém a palavra do Senhor» (Is 2,3). Os profetas anteciparam o Salvador, Jesus era a “nova Lei dada aos homens”, os Apóstolos serão os portadores da a presença da nova Lei, do Salvador, a todos os povos.
Desde sempre a Igreja sentiu-se responsável por essa herança que o Senhor lhe havia entregado. Sabemos que, desde o início, a atividade principal dos Apóstolos foi aquela de anunciar a pessoa de Cristo e acompanhar esse anúncio com a leitura e interpretação das Escrituras, tendo sempre o Senhor como ponto de referência; isto é, a sua vida, os seus atos os seus sentimentos e escolhas. Assim, por exemplo, Felipe fez com o funcionário de Candace (At 8,26-40), Paulo fez com os Judeus de Antioquia (At. 13,16) e muitos outros. A leitura e interpretação da Escritura são tidas como coisas “sagradas”, em todo o livro de Atos dos Apóstolos; a Epístola de São Pedro também se coloca na mesma linha: «Primeiramente saibam isto: que nenhuma profecia da Escritura resulta de uma interpretação privada» (2Pd 1,21); e assim também o Concílio Vaticano II: “A Escritura deve ser lida e interpretada no mesmo espírito com a qual foi escrita. A maneira de interpretar a Escritura, em última instância está sujeita ao juízo da Igreja, a qual exerce o divino ministério de guardar e interpretar a Palavra” (DV 12). O amor à Escritura é amor à herança de Jesus.
Continuando na leitura do nosso trecho percebemos que Jesus indicou ao Apóstolos a maneira com a qual a Salvação seria levada ao conhecimento de todos os povos. Ele, de antemão, excluiu qualquer atitude que demonstrasse proselitismo, propaganda, desejo de expandir uma ideologia nova. A ação da comunidade de fé, contrariamente a um proselitismo barato, é ligada estritamente ao testemunho, nada mais do que isso. A fé se expande por força própria, por transmissão intrínseca que se manifesta nas pessoas que aprendem a aderir a Deus passo a passo, dia após dia... Não são as obras, não são os instrumentos que anunciam, mas o testemunho o qual está diretamente ligado à fidelidade a tudo quanto os apóstolos “viram e ouviram”. Poderíamos nos perguntar sobre o quê eles dariam testemunho, segundo esse trecho do Evangelho. Pois bem, evidentemente “testemunhar”, aqui não tem sentido de “relatar” fatos, narrar acontecimentos etc. Jesus não pediu que eles “testemunhassem”. Afinal, como poderia um homem “testemunhar” a Deus se isso significasse “explicar quem é Deus, ou dizer algo sobre Ele”? O primeiro nome que Deus escolheu para si é Jhavé, que significa (entre outros) “eu sou o que sou” no sentido de que qualquer atribuição apenas seria limitante, diria parcialmente algo sobre Deus... O testemunho não pode sair de um homem, pois a dimensão natural não tem como “demonstrar” algo sobre o sobrenatural. O que Jesus estava fazendo, contrariamente a essa visão, foi de afirmar, declarar, indicar a eles o que já estava presente nos Apóstolos: «disto sois testemunhas». Ou seja, é como o Senhor lhes dissesse: “as vossas vidas já dizem o que significa estar Comigo, permanecer Comigo”. Os discípulos de Jesus dizem com a própria vida  o que significa estar com Ele mesmo quando tudo parece perdido, quando acontece a rejeição. Os Apóstolos seriam, para o mundo, testemunhas visíveis da fidelidade de Deus à promessa feita ao homem o qual, ao constatar quanto e “como” Ele nos ama, poderá sempre abrir-se a esse amor e acolher a proposta de abandonar o caminho do pecado isto é, o caminho que busca a felicidade e a realização de modo autossuficiente.
Aos seus, Jesus entregava a missão de dizer com a própria vida o que significa “conversão”. De fato a conversão foi o valor principal que eles tiveram que aprender convivendo, dia após dia, passo após passo, com o Nazareno. O amor ao Senhor os havia conduzido ao longo daquele caminho que, pela humildade, faz com que as pessoas sejam capazes de mudar suas posições particulares, seus pontos de vista privados e fazer “convergir” toda a própria vida na vida do Senhor. Disso também eles seriam testemunhas. É um caminho que pode ser percorrido apenas quando se têm familiaridade com Jesus, quando se vive “em seu nome”! Era esta a missão que Jesus entregava aos seus antes de ser arrebatado de sua presença. Ora, uma missão tão grande não pode ser alcançada com meios humanos; é isso que se dá com todas as coisas de Deus. Sendo assim, Jesus prometeu o Espírito de santidade o qual manteria sempre viva, nos corações da Igreja, a percepção forte da presença do Senhor na Sua comunidade, mesmo experimentando uma aparente “ausência”. Sim, porque à partir daquele momento em que Jesus se “despedia” de um modo de estar com os seus discípulos, o Senhor precisava assumir o lugar que Lhe cabe, desde sempre “ao lado do Pai”.
O Evangelista nos oferece, nos últimos versículos, como que um ícone gravado para sempre na comunidade de fé; uma imagem mais explicita da maneira com a qual o Senhor estaria sempre presente em sua comunidade.
À primeira vista a Ascensão de Jesus se apresenta como uma “subida ao céu”, o que não deixa de ser correto, contanto que “céu” não seja entendido como lugar –seja que lhe se dê figura física ou vagamente etérea-. “Céu”, na Escritura, é a maneira de indicar a condição permanente em que Jahvé se encontra; os “céus” são imutáveis, a terra muda; os “céus” são inalcançáveis, a terra pode ser medida, pesada... e assim por diante. “Céu” é a condição transcendente e permanente na qual Jesus entra superando todas as barreiras do tempo e do espaço.
Em auxilio de uma leitura que exclui a interpretação da Ascensão como “departida”, existem dois fatores de relevo. O primeiro é de origem linguística: o verbo que frequentemente é traduzido com «se afastou deles» (do grego disthmi) de fato significa “estar em lugar diferente”, sem com isto indicar desligamento ou afastamento. Assim sendo o sentido é claro: Jesus continua estando na sua comunidade mas de modo diferente, de modo mais condizente com o “céu”.
O segundo elemento é dado pela reação dos discípulos; se a Ascensão fosse interpretada e sentida por eles como uma departida (como o foi, por exemplo, no Evangelho de João quando Jesus fez o seu “discurso de adeus”) obviamente não se explicaria a reação descrita como «grande alegria» que os levava a “bendizer a Deus”. Não, a Ascensão de Jesus não foi entendida como um afastamento, mas ao contrário! A alegria foi gerada pela constatação de que Jesus permaneceria sempre, estavelmente, à maneira eterna de Deus, dentro da sua comunidade.
A imagem usada para descrever “como” o Senhor sempre está presente na sua comunidade é retomada da tradição bíblico-litúrgica. Jesus é descrito na posição própria do sacerdote, comparada à posição do sumo sacerdote Simão, filho de Onias, em ato de abençoar Israel de braços abertos: «Então ele levantava as mãos sobre toda a assembleia de Israel para dar com seus lábios a benção do Altíssimo» (Ecli 50,20). Aqui, nesse trecho do Eclesiástico, a palavra “assembleia” corresponde à palavra igreja, comunidade reunida em nome do Senhor. Eis então o motivo da grande alegria, Jesus não se separa, continua abençoando e exercendo o seu ministério de Sacerdote Eterno, de mediação continua entre o Pai e a humanidade inteira a qual alcançará essa benção através da vida testemunhada dos Apóstolos.
Creio que essa ligação tão forte nos questione continuamente; o Senhor quer agir através da sua comunidade, através dos seus discípulos, através de quantos ainda hoje se dispõem a deixarem-se envolver num projeto maior do que eles mesmos. O Ressuscitado quer continuar agindo em favor dos homens que precisam se encontrar com o Pai para serem felizes, santos. A Ascensão de Jesus nos estimula a contemplar um “céu” que está tão entre nós, a ponto que sequer podemos percebê-lo, como nos acontece ao ver um quadro muito perto dos nossos olhos. Esta Solenidade nos estimula a olhar e refletir sobre a maneira de viver a presença do Ressuscitado entre nós e mais, nos questiona quanto ao espaço que deixamos ao Senhor para que Ele possa continuar exercendo o seu sacerdócio, a sua mediação salvífica em favor de tantas pessoas que ainda não conhecem o significado de sentirem-se amadas por Deus.
Que o coração esteja sempre voltado ao Alto!
Pe. Carlo

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Cáritas orienta jovens para economia solidaria


Cáritas orienta jovens para economia solidaria


Ela informa que o acompanhamento é feito nos bairros Jardim Iracema, Parque Genibaú, Dendê e Santa Rosa, onde se encontram comunidades carentes e que precisam de planejamentos para desenvolverem seus próprios empreendimentos. É feita a formação, dado o incentivo e depois os grupos continuam sendo acompanhados para que não se desestruturem.
“Aprender questões teóricas e práticas, abrindo possibilidades de emprego e renda em suas vidas para além do modelo estabelecido pelo sistema que vivemos”. É esse o objetivo da formação de jovens em Economia Solidária promovida pela Cáritas Arquidiocesana de Fortaleza, segundo Isabel Forte, da secretária operativa.
São cerca de 40 jovens empreendedores que recebem, além da formação de empreendedorismo, lições de convivência, de amor ao próximo e formação cristã, no geral, acompanhadas e avaliadas por bispos da Arquidiocese de Fortaleza. A última assembleia avaliativa contou com a presença do bispo auxiliar dom José Luiz Vasconcelos, religiosos e religiosas.
caritas1-300x218Além desses grupos formados para desenvolver a Economia Solidária, a Cáritas Arquidiocesana desenvolve o projeto “Catando Cidadania” com o objetivo de acompanhar crianças e adolescentes filhos de catadores de materiais recicláveis de comunidades carentes de Fortaleza e Região Metropolitana.
A Cáritas Arquidiocesana de Fortaleza foi fundada no dia 15 de outubro de 1967. Trata-se de um organismo ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e integra a rede Cáritas Brasileira que tem sede em Brasília (DF).
O princípio fundamental da ação da Cáritas é “atuar em situações de emergências e de risco junto a sujeitos e grupos sociais que sobrevivem aquém da dignidade humana. Sem falar nas emergências de chuvas e secas”. Por isso, trabalha diretamente com grupos de crianças e adolescentes, moradores de áreas de risco, a população de rua, os catadores e recicladores de lixo. Com esses grupos é desenvolvido um trabalho constante de educação para que pratiquem a solidariedade.
FIQUE POR DENTRO
O que é Economia Solidária?economia_solidaria2-300x292
Podemos defini-la em três dimensões:
1. ECONOMICAMENTE – um jeito de fazer a atividade econômica de produção, oferta de serviços, comercialização, finanças ou consumo baseado na democracia e na cooperação, o que chamamos de autogestão, ou seja, na Economia Solidária não existe patrão nem empregados, pois todos os integrantes do empreendimento (associação, cooperativa ou grupo) são ao mesmo tempo trabalhadores e donos.
2. CULTURALMENTE – Também é um jeito de estar no mundo e de consumir (em casa, eventos ou no trabalho) produtos locais, saudáveis, da Economia Solidária, que não afetem o Meio Ambiente, que não tenham transgênicos e nem beneficiem grandes empresas. Neste aspecto, também simbólico e de valores, estamos falando de mudar o paradigma da competição para o da cooperação de da inteligência coletiva, livre e partilhada.
3. POLITICAMENTE – Um movimento que luta pela mudança da sociedade, por uma forma diferente de desenvolvimento, que não seja baseado nas grandes empresas nem nos latifúndios com seus proprietários e acionistas, mas sim um desenvolvimento para as pessoas e construído pela população a partir dos valores da solidariedade, da democracia, da cooperação, da preservação ambiental e dos direitos humanos. – São iniciativas de projetos produtivos coletivos, cooperativas populares, cooperativas de coleta e reciclagem de materiais recicláveis, redes de produção, comercialização e consumo, instituições financeiras voltadas para empreendimentos populares solidários, empresas autogestionárias, cooperativas de agricultura familiar e agroecologia, cooperativas de prestação de serviços, entre outras, que dinamizam as economias locais, garantem trabalho digno e renda às famílias envolvidas, além de promover a preservação ambiental.
Mais informações: Site do Fórum Brasileiro de Economia Solidária – www.fbes.org.br S
ERVIÇO: COMO ENTRAR EM CONTATO COM A CÁRITAS ARQUIDIOCESA: Av. Dom Manoel, 339 – Centro – 60060-090 – Fortaleza – Ceará Fone: (85) 3388-8716 – Fax: (85) 3388-8716 E-mail: caritasfor@fortalnet.com.br Web site: www.caritasbrasileira.org
Redação Semana Missionária Fortaleza – Rita Célia Faheina:http://semanamissionariafortaleza.org/caritas-orienta-jovens-para-economia-solidaria/

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Por que os grupos estão morrendo


Por que os grupos estão morrendo?


Crises são boas, e, certamente, são oportunidades para crescer. Mas não podemos ficar vendo o colapso, sem parar para pensar por que nós vivenciamos esses problemas, por que  existem crises.

Esses dias eu li que em 2000 as estatísticas sobre o uso de drogas chegou a 500 milhões de pessoas e o número está crescendo, milhões delas morrem a cada ano a partir de overdoses. Também o tabagismo é a segunda principal causa de morte a cada ano no mundo, com 4,4 milhões de pessoas, e o álcool é o sexto com 1,8 milhões de dólares por ano. Estas são situações que falam de morte, especialmente entre os jovens, por um motivo: "A dependência". Em ambos os casos dependentes de drogas, álcool ou tabáco.

A DEPENDÊNCIA está matando nossa juventude e nós definitivamente não somos a exceção. O que está matando nossos grupos? Por que os grupos estão morrendo? Porque, assim como os jovens são dependentes. Uma das doenças de nosso movimento e muitos movimento da juventude católica é a líder-dependência, é claro que precisamos de líderes, mas não tanto quando eles deixam o grupo e acabam entrando em colapso. Na Colômbia, há uma variedade de separação de líder-dependência é o frei-dependência , e em outros casos o irmão-dependência .

O problema com esta doença é que por um longo tempo até hoje tem sido alimentada pelos mesmos irmãos e irmãs, mas com toda a honestidade, devemos dizer que, mesmo se é preciso para não ser protagonistas (os irmãos e irmãs) e nenhum progresso, Por exemplo, a última assembléia nacional de ascensão MJD , onde vários jovens que vestem a camisa, assumiram os riscos e lideraram as principais palestras e seminários que vivemos. Outro exemplo, A Páscoa jovem Dominicana de 2010 CON-TATO , onde os líderes de várias áreas onde esta Páscoa foi realizada,não foram outros senão os mesmo jovens do nosso movimento Dominicano. Em Bogotá os frades não fizeram quase nada, os jovens fizeram de tudo, eles pregaram e com risco, ousadia e fé a outros jovens disseram que Jesus é a sua razão do seu viver.

Mas ainda mais grave é que a doença agora é impulsionada por jovens do nosso movimento, o irmão-dependência frei-dependência e nos ameaçam e matam nossos grupos. Se o Frei é, se Sr não é, então, não podemos fazer nada,não fazer nada , é a frase comum em muitos de nossos líderes em nossas áreas regionais.

É verdade que a doença em muitos contextos que criamos monges e irmãs, também é verdade que o jovem se acostumou a viver com ela, e uma vez que em muitos casos, é a desculpa perfeita para não correr riscos, para não vestir a camisa e lutar , por grupos e comunidades cada uma das zonas.

Não podemos jogar a responsabilidade da morte pelos grupos aos  frades ou irmãs, a morte é responsabilidade direta dos que fazendo parte do grupo, não assumiram a responsabilidade por aquilo que significa ser um líder de Deus. Definitivamente, muitos jovens não compreenderam  o seu real papel dentro de suas comunidades, não compreenderam que Deus os chamou para serem líderes que promovam a vida e ressurreição nos grupos. É hora de pensar que culpa eu tenho no declínio gradual do meu grupo, que deixei de fazer para o meu grupo.

Talvez  tenho que me questionar se eu tenho uma dívida para com Deus, que me deu a responsabilidade de ser um líder em um grupo, e talvez eu não tenha respondido o que significa esse dom maravilhoso.

Mas nunca é tarde demais! O caminha ainda pode se endireitar, há esperança e hoje posso compreender o que significa eme realidade ser um líder de Deus. Mesmo a forma como você pode endireitar, sem esperança, e agora eu posso entender o que realmente significa ser um líder de Deus. Eu posso levar a sério e com valentia o caminho para injetar nova alegria, diversão e energia  poderosa do Deus criativo para o meu grupo, minha comunidade.

Não digo mais, porque não nos apoiam, eu vou apoiar-los.

Não digo mais, o meu grupo morre e ninguém faz nada, é melhor dar a minha vida, e deixar o meu sangue na areia pelo meu grupo, por minha comunidade.

Não digo mais, porque não vem os demais, perguntarei: porque eu venho aqui, por que Deus me quer aqui.

Não espere que as soluções venham de cima, as melhores são aquelas que vem de baixo, são as que vem do meu grupo

Não espere pelos outros para serem líderes, sou líder, eu sou parte da salvação do meu grupo.

Compreender que a saúde do meu grupo de mim e de ninguém mais, assumir que significa ser escolhido por Deus para ser o líder da minha comunidade ...

O que você acha? Opine!

Texto da Audiência do Papa sobre São Domingos


Texto da Audiência do Papa sobre São Domingos

AUDIÊNCIA GERAL
Castel Gandolfo Quarta-feira, 8 de Agosto de 2012  
Amados irmãos e irmãs! Hoje a Igreja celebra a memória de são Domingos de Gusmão, Sacerdote e Fundador da Ordem dos Pregadores, chamados Dominicanos.
Já numa Catequese precedente, falei sobre esta figura insigne e acerca da contribuição fundamental que ofereceu para a renovação da Igreja do seu tempo. Hoje, gostaria de evidenciar um aspecto essencial da sua espiritualidade: a sua vida de oração.
São Domingos foi um homem de oração. Apaixonado por Deus, só teve aspiração pela salvação das almas, em particular daquelas que caíam nas redes das heresias da sua época; imitador de Cristo, encarnou radicalmente os três conselhos evangélicos, unindo à proclamação da Palavra o testemunho de uma vida pobre; sob a guia do Espírito Santo, progrediu no caminho da perfeição cristã. Em todos os momentos, a oração foi a força que renovou e tornou sempre fecundas as suas obras apostólicas.
O beato Jordão da Saxónia, falecido em 1237, seu sucessor na direcção da Ordem, escreveu: «Durante o dia, ninguém se mostrava mais sociável do que ele... Vice-versa à noite, ninguém era mais assíduo do que ele na vigília da oração. O dia era dedicado ao próximo, mas a noite era oferecida a Deus» (P. Filippini, San Domenico visto dai suoi contemporanei, Bolonha 1982, 133 páginas).
Em são Domingos podemos ver um exemplo de integração harmoniosa entre contemplação dos mistérios divinos e actividade apostólica. Segundo os testemunhos das pessoas mais próximas, «ele falava sempre com Deus ou de Deus». Tal observação indica a sua comunhão profunda com o Senhor e, ao mesmo tempo, o compromisso constante de conduzir os outros para esta comunhão com Deus.
Não deixou escritos sobre a oração, mas a tradição dominicana reuniu e transmitiu a sua experiência viva numa obra intitulada: Os nove modos de rezar de são Domingos. Este livro foi composto entre 1260 e 1288 por um padre dominicano; ele ajuda-nos a entender algo da vida interior do Santo e também a nós, com todas as diferenças, a aprender como rezar. Portanto, são nove os modos de rezar segundo são Domingos e cada um deles, que recitava sempre diante de Jesus Crucificado, exprime uma atitude corporal e uma espiritual que, intimamente compenetradas, favorecem o recolhimento e o fervor. Os sete primeiros modos seguem uma linha ascendente, como passos de um caminho, rumo à comunhão com Deus, com a Trindade: são Domingos reza em pé; inclinado para expressar a humildade; estendido no chão para pedir perdão pelos próprios pecados; de joelhos, fazendo penitência para participar nos sofrimentos do Senhor; com os braços abertos fixando o Crucificado a fim de contemplar o Amor Supremo; com os olhos dirigidos ao céu, sentindo-se atraído pelo mundo de Deus. Portanto, são três formas: em pé, de joelhos, estendido no chão; mas sempre com o olhar dirigido para o Senhor Crucificado.
Os dois últimos modos, sobre os quais gostaria de reflectir brevemente, correspondem a duas práticas de piedade habitualmente vividas pelo Santo. Antes de tudo, a meditação pessoal, na qual a oração adquire uma dimensão ainda mais íntima, fervorosa e reconfortante. No final da recitação da Liturgia das Horas, e depois da celebração da Missa, são Domingos prolongava o diálogo com Deus, sem pôr limites ao tempo. Sentado tranquilamente, recolhia-se em atitude de escuta, lendo um livro ou fixando o Crucificado. Vivia estes momentos de relação com Deus de modo tão intenso que até exteriormente se podiam notar as suas reacções de alegria ou de pranto. Portanto, assimilou em si, meditando, as realidades da fé. As testemunhas narram que, às vezes, entrava numa espécie de êxtase, com o rosto transfigurado, mas imediatamente depois retomava humildemente as suas actividades diárias revigorado pela força que vem do Alto. Também a oração durante as viagens de um convento para outro; recitava as Laudes, a Hora Média, as Vésperas com os companheiros e, atravessando os vales ou as colinas, contemplava a beleza da criação. Então, do seu coração brotava um cântico de louvor e de acção de graças a Deus por tantos dons, sobretudo pela maior maravilha: a redenção realizada por Cristo.
Queridos amigos, são Domingos recorda-nos que na origem do testemunho da fé, que cada cristão deve dar em família, no trabalho, no compromisso social e também nos momentos de distensão, estão a oração, o contacto pessoal com Deus; só esta relação real com Deus nos dá a força para viver intensamente cada evento, em particular os momentos mais difíceis. Este Santo recorda-nos também a importância das atitudes exteriores na nossa oração. O ajoelhar-se, o ficar em pé diante do Senhor, o olhar fixado no Crucificado, o deter-se e recolher-se em silêncio não são secundários, mas ajudam-nos a colocar-nos interiormente, com todo o nosso ser, em relação com Deus.
Gostaria de lembrar mais uma vez a necessidade para a nossa vida espiritual de encontrar diariamente momentos para rezar com tranquilidade; devemos procurar este tempo, especialmente nas férias, deixar um espaço para falar com Deus. Será um modo também para ajudar quem nos está próximo a entrar no raio luminoso da presença de Deus, que traz a paz e o amor dos quais todos temos necessidade. Obrigado.

As leis fundamentais da estupidez humana


As leis fundamentais da estupidez humana - crónica de Anselmo Borges

Não resisito a publicar o artigo de Anselmo Borges, que saiu hoje no DN, ao qual acrescento um adágio que se dizia, pelo menos nos meus círculos de adolescência/juventude: se a estupidez pagasse imposto, havia muita gente carimbada.
Este - "as leis fundamentais da estupidez humana" - é o título de um livrinho famoso, publicado há muitos anos, mas sempre actual. Apareceu em inglês, depois em italiano. Acabo de lê-lo em francês. O seu autor, Carlo M. Cipolla (1922-2000), historiador da economia, foi professor na Universidade de Berkeley e na Escola Normal Superior de Pisa.
Para estabelecer as leis fundamentais da estupidez, é preciso, primeiro, definir quem é o estúpido. Para isso, ajudará a comparação com outros tipos de gente. Diz o autor que, quando temos um indivíduo que faz algo que nos causa uma perda, mas lhe traz um ganho a ele, estamos a lidar com um bandido. Se alguém realiza uma acção que lhe causa uma perda a ele e um ganho a nós, temos um imbecil. Quando alguém age de tal maneira que todos os interessados são beneficiados, estamos em presença de uma pessoa inteligente. Ora, o nosso quotidiano está cheio de incidentes que nos fazem "perder dinheiro, e/ou tempo, e/ou energia, e/ou o nosso apetite, a nossa alegria e a nossa saúde", por causa de uma criatura ridícula que "nada tem a ganhar e que realmente nada ganha em causar-nos embaraços, dificuldades e mal". Ninguém percebe por que razão alguém procede assim. "Na verdade, não há explicação ou, melhor, há só uma explicação: o indivíduo em questão é estúpido."
Lá está a primeira lei: "Cada um subestima sempre inevitavelmente o número de indivíduos estúpidos que existem no mundo." Já a Bíblia constata: "Stultorum infinitus est numerus" (o seu número é infinito) - evidentemente, sendo o número das pessoas finito, trata-se de um exagero.
Os estúpidos estão em todos os grupos, pois "a probabilidade de tal indivíduo ser estúpido é independente de todas as outras características desse indivíduo": segunda lei.
A terceira lei corresponde à própria definição do estúpido: "É estúpido aquele que desencadeia uma perda para outro indivíduo ou para um grupo de outros indivíduos, embora não tire ele mesmo nenhum benefício e eventualmente até inflija perdas a si próprio." A maioria dos estúpidos persevera na sua vontade de causar males e perdas aos outros, sem tirar daí nenhum proveito. Mas há aqueles que não só não tiram ganho como, desse modo, se prejudicam a si próprios: são atingidos pela "super-estupidez".
É desastroso associar-se aos estúpidos. A quarta lei diz: "Os não estúpidos subestimam sempre o poder destruidor dos estúpidos. Em concreto, os não estúpidos esquecem incessantemente que em todos os tempos, em todos os lugares e em todas as circunstâncias tratar com e/ou associar-se com gente estúpida se revela inevitavelmente um erro custoso." A situação é perigosa e temível, porque quem é racional e razoável tem dificuldade em imaginar e compreender comportamentos irracionais como os do estúpido. Schiller escreveu: "Contra a estupidez mesmo os deuses lutam em vão."
Como consequência, temos a quinta lei: "O indivíduo estúpido é o tipo de indivíduo mais perigoso." O corolário desta lei é: "O indivíduo estúpido é mais perigoso do que o bandido." De facto, se a sociedade fosse constituída por bandidos, apenas estagnaria: a economia limitar-se--ia a enormes transferências de riquezas e de bem-estar a favor dos que assim agem, mas de tal modo que, se todos os membros da sociedade agissem dessa maneira, a sociedade no seu conjunto e os indivíduos encontrar-se-iam numa "situação perfeitamente estável, excluindo toda a mudança". Porém, quando entram em jogo os estúpidos, tudo muda: uma vez que causam perdas aos outros, sem ganhos pessoais, "a sociedade no seu conjunto empobrece".
A capacidade devastadora do estúpido está ligada, evidentemente, à posição de poder que ocupa. "Entre os burocratas, os generais, os políticos e os chefes de Estado, é fácil encontrar exemplos impressionantes de indivíduos fundamentalmente estúpidos, cuja capacidade de prejudicar é ou se tornou muito mais temível devido à posição de poder que ocupam ou ocupavam. E também se não deve esquecer os altos dignitários da Igreja." É assim o mundo.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Firmeza de Domingos



   Firmeza de Domingos com tudo aquilo que se                propunha fazer.  

Domingos estava sempre saindo de sua zona de conforto. Mesmo no medo, seguia em frente com uma firme certeza de que não estava só. Ser firme com aquilo que nos é confortável é simples, Domingos não se contentava em falar do Amor de Deus para aqueles que já eram de Deus. Ele queria muito mais, e por isso se arriscava em meio aos Cátaros, (para os Cátaros, o corpo, como toda a matéria, é má e por isso deve ser combatido) Domingos se arriscava para trazer às pessoas a uma vida mais plena. Muito dessa característica se deve a grande sensibilidade de Domingos com as coisas. Conversava com Deus como um amigo fala com o outro, de forma que “sempre estava ou falando de Deus para os Homens ou dos Homens para Deus”.
A Cidade de Carcassone era um dos lugares onde os Cátaros mais perseguiam Domingos. Quando o encontravam cuspiam-no no rosto, atiravam-lhe barro e tantos outros objetos pelas costas, no entanto, ele não fugia. Saía com simplicidade, andando naturalmente e respondia a tantas ameaças primeiramente com o exemplo de vida e depois lhes dando das formas mais sabias as razões de sua fé.
Tamanha firmeza e docilidade não permitia que as pessoas lhe fossem indiferentes e dessa experiência muitos se encantaram e muitos se encantam até hoje.
Para refletir:
• Sou firme com aquilo que é necessário, mesmo que me tira da zona de conforto? 
• Partilhar.
Para rezar:
Pai Nosso, e
Oração Cardeal Newman
Senhor Jesus, não fiques escondido dentro de mim

Olha pelos meus olhos
Ouve pelos meus ouvidos
Fala pelos meus lábios
Oferece-te através de minhas mãos
Caminha pelos meus pés
Que a minha pobre presença humana faça lembrar, mesmo que de longe, a tua divina presença

Um fraterno abraço,
Fonte: MJD BR – Movimento Juvenil Dominicano do Brasil

Quem Somos


Quem somos

Oficializado no dia 12 de Dezembro de 2009, dia de N.Sa. de Guadalupe, na Capela do Col. Sta. Catarina de Sena, em São Paulo, o Movimento Juvenil Dominicano do Brasil tem como lema “contemplar e levar ao outro aquilo que foi contemplado”, para que a contemplação na oração e os esforços nos estudos proporcionem uma atuação no mundo com a perspectiva do Evangelho onde a paz é fruto da justiça.
Dominicanos: nosso claustro é o mundo!
Temos uma grande preocupação de educarmos a juventude a partir da contemplação do Deus que imana e transcende todas as coisas, e para isso elaboramos uma série de atividades visando a formação do caráter a partir do auto-conhecimento, vivência comunitária, estudo, oração e atividades missionárias.
Queremos falar de um Deus da Vida. Um Ser que nos acolhe sem diferenciação, pois nos ama incondicionalmente e  que está sempre a  nos levar em direção ao próximo.
A questão é:
Como reconhecer esse amor?
Como saber se o amor que sentimos vem de Deus?
Como reconhecer seus atributos sem sair da realidade? 
Deus nos fala de diferentes formas, basta sabermos ouvir a sua voz, e esse ouvir acontece dentro de um processo de aproximação em sua direção. S. Tomás escreve: “Quanto mais vou ao encontro de mim mesmo mais descubro em mim um outro que não sou eu, mas o fundamento do meu existir”.
Deus também está em mim, e o reconheço quando me descubro. Descobrimos nosso carisma, nossas vocações, tudo aquilo que essencialmente nos realiza. Esse caminho de auto conhecimento se dá em duas esferas: no confronto diário com o outro, e na observação constante do eu. Tendo sempre como base a busca da verdade.
Deus que se revela em nossas vidas e em nossas relações com as pessoas e com o mundo…
Percebendo que no estudo encontramos as respostas de nossos questionamentos e o suporte para as dificuldades diárias…
E que pela prática nos tornamos virtuosos!
Ir ao mundo para que possamos conhecer as diferentes realidades que nele subsistem. Observar a riqueza das diferentes culturas para nos potencializarmos e nos questionarmos sobre qual o papel que desempenhamos na sociedade e se essa é, de fato, a sociedade que queremos. Isso porque reconhecemos o amor de Deus em nossas vidas e já descobrimos que o amor a Ele se dá na relação com o próximo.
Não queremos ficar de braços cruzados…
… pois sabemos que juntos podemos  mudar a realidade, mesmo que de uma só pessoa!
Venha fazer parte desta aventura!
Paz e bem!
Fonte: MJD BR – Movimento Juvenil Dominicano do Brasil